Treino de Habilidades Sociais em Transtorno do Espectro Autista (TEA)

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Children head silhouette with colorful jigsaw puzzle symbolizing autism

A preocupação dos pais e dos profissionais de saúde e educação com a competência social do indivíduo com Transtorno do Espectro Autista (TEA) é amplamente justificável e pode ser examinada tanto na perspectiva da promoção da qualidade de vida como da prevenção de problemas na infância e adolescência.

O número de pesquisas sobre o autismo tem aumentado. O Brasil utiliza como referência de pesquisa* dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), uma agência do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos. O CDC vem rastreando o número e as características de crianças com o espectro autista há mais de duas décadas em diversas comunidades americanas.

As pesquisas são divulgadas a cada dois anos e se baseiam em dados coletados quatro anos antes da publicação. As pesquisas apontam crescimento na prevalência (nos EUA): enquanto em 2004 havia 1 caso para 166 crianças de 8 anos, na publicação de 2020 aponta a prevalência de 1 caso para 54 crianças.

Muitas crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), apresentam como característica mais marcante do transtorno a dificuldade nas interações sociais.

Há déficit considerável nas relações entre os pares, o que gera prejuízos na forma como se relacionam, interagem e compartilham emoções, podendo apresentar alterações comportamentais quando se encontram com pessoas fora do seu convívio familiar, e/ou quando vivenciam mudanças na rotina, não sabendo como se comportar de forma socialmente esperada.

Quando pensamos nos jovens com TEA, muitos não possuem uma rede social de suporte fora da família. Habitualmente têm poucos ou nenhuns amigos e, mesmo aqueles que os têm, não mantêm um contato regular e presencial. As suas relações sociais restringem-se aos contatos com a família, os colegas exclusivamente na escola ou no trabalho e relações virtuais online.

Com frequência apresentam sintomas de depressão e ansiedade, secundárias às
dificuldades acadêmicas e sociais e têm muita dificuldade em implementar estratégias para lidar com a ansiedade.

É importante destacar que a competência social, vista como um dos fatores de proteção para uma trajetória desenvolvimental satisfatória, aumenta a capacidade do indivíduo com TEA lidar com situações adversas e estressantes. Tal capacidade se expressa em maior empatia, habilidades de comunicação, habilidade de resolução de problemas, autonomia e comportamentos direcionados a metas previamente estabelecidas.

 

EMENTA DO CURSO

Detalhes do Curso

  • Duração 12 horas
  • Idioma Português
  • Certificado Sim
  • Critérios de avaliação Sim

Admin bar avatar Carolina Gouvêia

Graduação em Psicologia pela Fundação Presidente Antônio Carlos (Fupac) -Ubá / Minas Gerais / Pós-graduada em Terapia Cognitivo-Comportamental / Pós-graduada em Educação na perspectiva do Ensino Estruturado para pessoas com autismo / Pós-graduanda em Análise do Comportamento Aplicada à pessoas com autismo e deficiência intelectual / Diretora e psicóloga clínica do Espaço TEApoio: atendimento especializado em autismo e outras deficiências / Professora do Departamento de Psicologia pela Fundação Presidente Antônio Carlos (Fupac) -Ubá / Minas Gerais / Supervisora de estágio do Departamento de Psicologia pela Fundação Presidente Antônio Carlos (Fupac) -Ubá / Minas Gerais
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